domingo, 27 de janeiro de 2013

Hackers do Anonymous são condenados à prisão



Hackers do Anonymous são condenados à prisão(Fonte da imagem: Reprodução/SlashGear)
Dois hackers associados ao grupo Anonymous foram condenados à prisão nesta semana, por conta da participação em ataques DDoS aos sites da MasterCard, da Visa e do PayPal. Chistopher Weatherhead, de 22 anos, e Ashley Rhodes, de 28 anos, ambos do Reino Unido, vão passar 18 e 7 meses, respectivamente, na prisão.
Os ataques geraram milhões em prejuízos para as companhias envolvidas. Somente para o PayPal, por exemplo, o rombo foi de cerca de US$ 5,5 milhões. Os ataques DDoS foram realizados entre o período de agosto de 2010 e janeiro de 2011. Essa é a primeira condenação no país por conta de ataques dessa espécie.
Outros envolvidos no ataque, cuja participação foi menor, também foram julgados ou ainda vão a julgamento. É o caso de Peter Gibson, condenado 6 meses de prisão e Jake Birchall, cujo julgamento está marcado para o dia 1 de fevereiro. A ação ficou conhecida como “Operation Payback” e foi realizada por conta do corte do apoio das instituições ao site WikiLeaks. Meses depois, o próprio grupo Anonymous rompeu relações com o site fundado por Julian Assange.
Fonte: SlashGear


Leia mais em:http://www.tecmundo.com.br/ataque-hacker/35878-hackers-do-anonymous-sao-condenados-a-prisao.htm#ixzz2JBgSNqXn

Balas autoguiadas: como elas poderão mudar o rumo das guerras [Ilustração]



Balas autoguiadas: como elas poderão mudar o rumo das guerras [Ilustração](Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)
Desde o início dos tempos, a tecnologia está presente na vida das pessoas para fazer com que as ações cotidianas fiquem muito mais simples. Veículos, métodos industriais e objetos pessoais tecnológicos tiveram melhorias no decorrer dos séculos. O mesmo se aplica aos itens militares, que vêm atingindo novos patamares com grande velocidade.
Se na Idade Média as guerras eram disputadas com espadas e catapultas, hoje é impossível que uma batalha seja vencida sem grandes blindados (os famosos “tanques de guerra”) ou armas de altíssimo alcance. E é claro que a indústria bélica não vai parar onde está atualmente, pois ainda há muito o que ser projetado e produzido para os exércitos.
E uma das grandes apostas para o futuro são as “balas” autoguiadas. Não mísseis que podem ser controlados remotamente, mas projéteis que sabem exatamente para onde devem ir — e sabem também como chegar ao local desejado sem serem interceptados. Quer saber mais sobre isso? Então confira nosso artigo sobre uma das grandes armas do futuro.

Os desafios para a criação da tecnologia

O grande desafio quando se pretende criar um tipo de equipamento bélico que possa ser autoguiado no caminho dos alvos é evitar que ele se perca nos direcionamentos. Por muitos anos, foi praticamente inimaginável realizar algo parecido com isso, pois a trajetória dos projéteis comuns é giratória, o que torna impossível redefinir um percurso — imagine a dificuldade em corrigir isso com o projétil rodando velozmente.
Por essa razão, um dos principais trunfos das “balas” autoguiadas — pelo menos das que foram criadas pela parceria entre Lockheed Martin e Forças Armadas dos Estados Unidos, as mostradas neste artigo — está na trajetória estável. O impulso é completamente gerado pelo armamento (assim como em projéteis comuns), mas o direcionamento pode ser corrigido pela própria munição.

Como funciona o projétil autoguiado?

Para entender melhor o sistema, você precisa ter em mente que estamos nos referindo a um projétil que trabalha com muitos recursos eletrônicos. Ao contrário das munições comuns, as autoguiadas possuem estruturas que não existiriam por padrão em um projétil. Isso inclui sensores ópticos, processadores e estruturas móveis que serão responsáveis pelo direcionamento.
Os armamentos em que as munições autoguiadas serão utilizadas contam com sistemas de mira por laser, pois é o feixe que fará com que o projétil identifique os alvos em que precisa chegar — essa identificação acontece por meio dos sensores ópticos instalados no “nariz” da “bala”. Depois que o gatilho é pressionado, tudo o que acontecer com a trajetória do projétil será comandado por ele mesmo.
Um processador de 8-bits instalado no interior da estrutura faz com que a rota seja alterada rapidamente — até 30 vezes por segundo —, garantindo que o alvo seja atingido, mesmo que esteja muito distante. Para essa alteração da rota, quatro aletas bem pequenas são movidas e interferem diretamente na aerodinâmica da munição.

Onde isso será utilizado?

Os testes realizados até agora têm sido feitos com munições de alto calibre, sendo compatíveis com metralhadoras .50 — armamentos pesados que geralmente ficam armazenados em aviões ou veículos e utilizados para causar danos a outros veículos, infantarias e aviões, por exemplo. Mas é bem possível que no futuro isso seja ampliado para outras armas, desde que alguns obstáculos sejam ultrapassados.
Projéteis do calibre já referido são ideais para os testes porque permitem a instalação de processadores e sensores sem muita dificuldade — são “balas” realmente grandes —, além de garantir que as aletas possuam dimensões suficientes para interferirem diretamente na trajetória da munição. Mesmo que no futuro esses componentes consigam ser menores, é difícil que armas menos potentes recebam esse tipo de munição.
Outro obstáculo que precisa ser ultrapassado é o valor gasto para a criação desse tipo de munição. Por possuir componentes eletrônicos, o custo de produção de um projétil autoguiado acaba sendo bem alto. Mas é claro que estamos falando de uma tecnologia recente e que ainda pode se tornar muito mais viável do que é atualmente.

Por que elas são importantes?

Como já dissemos, “balas autoguiadas” estão sendo desenvolvidas para que possam ser utilizadas em armamentos pesados e de alto calibre. Isso não deve ser utilizado para ataques diretos a soldados, mas sim a estruturas militares, como veículos, embarcações e aviões. Atingir os locais corretos é vital e pode garantir economia de munição, além de menos danos físicos às pessoas envolvidas.
Por isso, munições que garantam muito mais precisão podem ser realmente importantes. Mirando os projéteis em direção aos alvos por meio do feixe laser, é possível acertar objetos que estão distantes cerca de 800 metros do disparo. Uma das principais possibilidades disso está no fim do desperdício de projéteis — poucos são os tiros que realmente acertam alvos durante as guerras.
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É sabido que ainda vai demorar algum tempo até que as munições autoguiadas possam ser utilizadas em armamentos que realmente serão colocados em campos de batalha — ou seja, saindo dos campos de testes, como estão atualmente. Isso se algum dia elas vierem a se tornar reais, uma vez que o abandono da tecnologia também é uma possibilidade (isso acontece muito mais do que imaginamos).
Mesmo assim, é difícil não se impressionar com as possibilidades geradas por armamentos de alto calibre que podem disparar projéteis quase independentes em percursos de 800 metros entre arma e alvo. Certamente, ainda há muito o que ser corrigido na estrutura do projeto, mas, caso tudo isso se torne uma realidade, teremos guerras muito diferentes das que estamos acostumados.


Que animais já foram mandados para o espaço?


Cachorros, macacos, tartarugas e até aranhas e moscas já tiveram o privilégio de dar uma voltinha no espaço. A aventura desses, e de vários outros bichos, prestou um grande serviço à humanidade. Eles ajudaram os cientistas a compreender os efeitos dos vôos espaciais, principalmente da microgravidade, sobre organismos vivos. Alguns animais chegaram a ser cobaias para testes com as roupas que seriam usadas depois pelos astronautas. Os primeiros bichos a voar foram moscas-das-frutas, enviadas junto com sementes numa espaçonave americana em julho de 1946. O objetivo dos cientistas era estudar os efeitos da exposição à radiação em altitudes elevadas. Na ilustração abaixo, a gente apresenta alguns "bichonautas", que, como os famosos Yuri Gagarin e Neil Armstrong, tiveram a rara oportunidade de comprovar que a Terra é mesmo azul.
Arca espacialPrimeiro cachorro e primeiro macaco não resistiram à viagem
Macaco Albert II
Data do vôo - 14/6/1949
País - Estados Unidos
Objetivo da viagem - Estudar os efeitos do espaço no organismo animal
Albert II foi o primeiro macaco a ser enviado num vôo suborbital, em que a espaçonave sobe a uma altitude suficiente para atingir o espaço, mas não tem velocidade suficiente para ficar girando na órbita da Terra. O pobre bichonauta teve um destino trágico: morreu na aterrissagem
Cadela Laika
Data do vôo - 3/11/1957
País - União Soviética
Objetivo da viagem - Saber se um animal era capaz de permanecer na órbita da Terra
Essa cadelinha soviética entrou para a posteridade como o primeiro animal a fazer um vôo na órbita da Terra. Ela foi a única tripulante da nave Sputnik 2, mas não resistiu à experiência e morreu durante a missão. Depois dela, vários cães fizeram vôos orbitais
Gato Felix
Data do vôo - 18/10/1963
País - França
Objetivo da viagem - Observar os efeitos da microgravidade sobre o cérebro do animal
Há quem diga que Felix, na verdade, era uma gatinha chamada Felicette. Seja como for, o bichano francês foi o primeiro felino a viajar para o espaço. Ele voou com vários eletrodos conectados à cabeça e teve um final feliz: foi recuperado com vida
Cães Veterok e Ugolyok
Data do vôo - 22/2/1966
País - União Soviética
Objetivo da viagem - Observar efeitos da microgravidade a longo prazo
Vigiados por equipamentos de vídeo e de telemetria, esses dois cães russos embarcaram na espaçonave Voskhod 3 e permaneceram na órbita terrestre por 22 dias. A dupla estabeleceu um recorde de tempo no espaço que até hoje não foi batido por nenhum outro cachorro
Aranha Arabella
Data do vôo - 28/7/1973
País - Estados Unidos
Objetivo da viagem - Observar se as aranhas eram capazes de fiar uma teia no espaço
A estação espacial americana Skylab 3 foi, durante 59 dias, o lar de Arabella, uma aranha da espécie Araneus diadematus. Durante sua permanência no espaço, ela não decepcionou e trabalhou incessantemente na construção de uma bela teia

Ativista ambiental faz apelo para abolir gatos de estimação


Na Nova Zelândia, a população é louca por gatos. A média per capita de bichanos neozelandeses é a maior do mundo e, apesar disso, o economista Gareth Morgan está fazendo um apelo pelo fim da criação de gatos. O motivo: uma espécie nativa de pássaro da região está em vias de ser extinta e os culpados seriam… os felinos.
Para bombar a campanha, Morgan criou um site chamado Cats To Go, que incentiva as pessoas a fazer o seu gato atual o último. “Essa pequena bola felpuda que você possui é um assassino nato”, escreve ele. “O aumento da população felina na Nova Zelândia está destruindo nossa fauna nativa. O fato é que os gatos têm de ser banidos se vocês realmente se preocupam com o meio ambiente.”
Morgan espera que as pessoas eliminem gradualmente seus gatos em nome das espécies de aves nativas da Nova Zelândia.
Ele disse que não prega a eutanásia (embora diga no site: “Não defendo isso necessariamente, mas é uma opção”), e aconselha que os gatos sejam castrados. Ele também pede que os donos mantenham os gatos dentro de casa e sugere a criação de um registro em cartório que explique a procedência dos bichanos.
A população não gostou nada disso – cerca de 48% das famílias na Nova Zelândia possuem ao menos um gato – e uma rapazeada afirma que Morgan é um monstro.
Quanto ao impacto ambiental dos gatos, os cientistas dizem que Morgan tem razão, e que os gatos provavelmente contribuiram para a extinção de pelo menos meia dúzia de novas espécies de aves na Nova Zelândia.
De que lado você está?

As melhores placas desmotivacionais que você já viu



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fonte: Minilua 

Confira:


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