sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Templários: a irmandade de Cristo illuminati


No dia 18 de março de 1314, Paris amanheceu nervosa. Jacques de Molay, grão-mestre da Ordem dos Templários, iria para a fogueira. O condenado à morte pediu duas coisas: que atassem suas mãos juntas ao peito, em posição de oração, e que estivesse voltado para a Catedral de Notre Dame. No caminho, parou e fitou os dois homens que o haviam condenado: o rei Filipe, o Belo, e o papa Clemente 5º. Rogou-lhes uma praga: “Antes que decorra um ano, eu os convoco a comparecer perante o tribunal de Deus. Malditos!” Depois disso, calou-se e foi queimado vivo.
As chamas que consumiram De Molay também terminaram com uma época, da qual o grão-mestre foi o derradeiro símbolo: a das grandes sociedades secretas da Idade Média. Nenhuma foi tão poderosa quanto a Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão – nome completo dostemplários. “Enquanto o clero e a nobreza se engalfinhavam na luta pelo poder, os templários, sem dever obediência senão ao papa, desfrutavam de uma independência sem par”, diz o historiador britânico Malcolm Barber, autor de A History of the Order of the Temple (“Uma História da Ordem doTemplo”, inédito no Brasil).
TROPA DE ELITE
A ordem foi fundada em Jerusalém, no ano de 1119. Seu propósito era dar proteção aos peregrinos cristãos na Terra Santa. A cidade tinha sido conquistada pelos cruzados em 1099, mas chegar até lá continuava sendo um problemão. Ela era praticamente uma ilha, cercada de muçulmanos por todos os lados. A solução, proposta pelo cavaleiro francês Hugo de Payns, agradou ao rei de Jerusalém, Balduíno 2º: criar uma força militar subordinada à Igreja. A idéia era inédita. Até então, existiam monges de um lado e cavaleiros de outro.
“Payns inventou uma nova figura, a do monge-cavaleiro”, diz Marion Melville, autora de La Vida Secreta de los Templarios (sem tradução para português). O exército seria formado por frades bons de espada, que fariam, além dos votos de pobreza, castidade e obediência, um quarto juramento: o de defender os lugares sagrados da cristandade e, se necessário, liquidar os infiéis. Balduíno alojou-os no local onde outrora fora construído o mítico Templo de Salomão. Daí o nome do grupo: templários.
Em 1129, a ordem recebeu aprovação do papa no Concílio de Troyes. Em 1139, veio a consagração definitiva: uma nova bula papal isentava os templários da obediência às leis locais. Eles ficariam submetidos, dali em diante, somente ao sumo pontífice. Os Cavaleiros do Templo admitiam excomungados em suas igrejas (o que era uma senhora blasfêmia para a mentalidade religiosa da época). Certa vez, um grupo de templários interrompeu, entre risos e com uma revoada de flechas, uma missa na Basílica de Jerusalém. O padre era de outra ordem, a dos Hospitalários, e entre as duas havia uma rixa histórica. “Apesar da bravura reconhecida, os templários muitas vezes foram censurados por seu orgulho e arrogância”, afirma o historiador francês Alain Demurger no livro Os Templários: Uma Cavalaria Cristã na Idade Média.
Os Cavaleiros do Templo, também, eram proibidos de se confessar a outros que não fossem os capelãestemplários. Igualmente, o livro da Regra – que tinha sido escrita por ninguém menos que são Bernardo de Claraval – era restrito ao alto escalão da ordem (leia mais na pág. 27). Os outros tinham de sabê-la de cor. Era uma forma de preservá-la, caso caísse em mãos erradas. Porém, entre cochichos, se especulava que a Regra continha artigos secretos cifrados, cuja interpretação dava posse de conhecimentos esotéricos, como a fonte da juventude ou a transmutação de metais. Com o crescimento da ordem, ostemplários não pararam mais de receber doações, e em pouco tempo estavam administrando uma gigantesca fortuna espalhada por toda a Europa, composta de peças de ouro, prata, castelos, fortalezas, moinhos, videiras, pastos e terras aráveis. O grupo emitia cartas de crédito: o peregrino à Terra Santa depositava uma determinada soma na Europa, que podia ser resgatada quando chegasse aJerusalém. “O Templo de Londres foi chamado de precursor medieval do Banco da Inglaterra”, escreve o historiador britânico Edward Burman no livro Templários: Os Cavaleiros de Deus. Isso fez crescer o olho de muitos novos adeptos.
O teólogo inglês João de Salisbury, em 1179, se perguntava se os cavaleiros não tinham cedido às ambições terrenas. Essa suspeita se tornou certeza em diversos casos. Em 1291, a viúva de um nobre templário foi expulsa de sua propriedade na Escócia pelo chefe da ordem no país, Brian de Jay. Segundo o contrato firmado pelo marido, a posse das terras voltaria à família depois de seu falecimento. Maliciosamente, Brian recusou-se a devolvê-las. E o pior: ordenou que seus homens arrombassem a casa da viúva. Como ela se agarrou à porta, em completo desespero, teve os dedos decepados pela espada de um cavaleiro.
Enquanto os templários seguraram as pontas na Palestina, todos fizeram vista grossa aos seus desmandos. Porém, quando o jogo na Terra Santa virou, e os muçulmanos gradualmente reconquistaram a região – processo que culminou com a expulsão dos cristãos do solo sagrado em 1303 –, a animosidade contra a ordem explodiu. “A expulsão foi particularmente séria para os templários, cujo prestígio e função se identificavam com a defesa dos lugares da vida, morte e ressurreição de Cristo”, diz Malcolm Barber. Na Alemanha, “beber como um templário” virou sinônimo de bebedeiras, e “Tempelhaus” (a Casa do Templo), lugar de farra e até prostituição.
OSSOS EXPOSTOS
A ressaca pela perda da Terra Santa, porém, não foi o fundo do poço para os templários. A aliança com o papa, que se mostrava tão útil desde o século 12, revelou-se uma faca de dois gumes. Em 1305, o novo sumo pontífice, Clemente 5º, se tornou aliado do rei da França, Filipe, o Belo. E os dois conspiraram para a destruição da Ordem do Templo. “O rei precisava de dinheiro para financiar seu aparato bélico”, diz Edward Burman. Em 1306, Filipe desvalorizou a moeda francesa. Os parisienses ficaram furiosos e saquearam a cidade. A coisa foi tão feia que Filipe, ironicamente, teve de se ocultar numa fortaleza dos templários nos arredores de Paris. Lá, bem sob seus olhos, jazia a resposta para as suas orações: sacos e sacos de moedas de ouro.
No dia 13 de outubro de 1307, uma operação sigilosa da guarda de Filipe deteve e encarcerou boa parte dos templários da França. As acusações eram pesadas e seguiam os moldes dos processos inquisitoriais daquela época: rejeição da cruz e de Jesus Cristo, beijos obscenos, sodomia e idolatria do Diabo (leia mais nas págs. 26 e 27). A tortura foi legitimada pelo rei. Os interrogatórios eram brutais: o cavaleiro Bernardo Vado, por exemplo, teve os pés tão queimados que seus ossos acabaram expostos.
Em março de 1312, no Concílio de Vienne, o papa extinguiu a ordem. A pá de cal foi a execução de Jacques de Molay, o último grão-mestre dos templários. Os monges-guerreiros que sobreviveram se mantiveram fiéis à Igreja, vivendo no anonimato. Um detalhe curioso e mórbido: a praga rogada por Jacques pegou. Clemente morreu 42 dias depois de De Molay, e Filipe bateu as botas em 29 de novembro daquele mesmo ano. Terminava assim a história dos cavaleiros de Cristo. Terminava? Bem... ainda não.
Depois da blitz aos templários engendrada por Filipe, o Belo, alguns frades teriam reconstruído secretamente a ordem. E dezenas de sociedades secretas posteriores seriam filhotes do movimento. Será que isso é verdade? Quando fizeram essa pergunta ao historiador Malcolm Barber, ele apenas sorriu e respondeu com ironia: “Como escreveu Umberto Eco em O Pêndulo de Foucault, ‘os templáriossempre estão por trás de tudo’ ”.

Mitos e lendas

As histórias mais fantásticas envolvendo os templários
SANTO GRAAL
A Ordem do Templo teria sido fundada pelo Priorado do Sião e guardou o segredo da filha bastarda de JesusCristo. “Isso é uma invenção do anti-semita Pierre Plantard, em 1956”, afirma o historiador italiano Massimo Introvigne.
ARCA PERDIDA
Os templários supostamente escavaram o Templo de Salomão e encontraram a Arca da Aliança. E ainda teriam descoberto os segredos dos primeiros maçons. “É tudo fantasia”, garante o especialista Alain Demurger.
TESOUROS DO TEMPLO
O Manuscrito Copper, encontrado na região do mar Morto, revelaria a localização dos tesouros do Templo de Salomão e teria sido descoberto pelos templários. “É lenda”, diz o historiador Kenneth Zuckerman.
MALDIÇÃO DE MOLAY
A praga rogada por Jacques de Molay foi fulminante, matando o papa Clemente 5º e o rei Filipe, o Belo. Segundo algumas fontes, Clemente na verdade morreu de câncer, enquanto Filipe foi vítima de um derrame cerebral.
SEXTA-FEIRA 13
A crença de que a “sexta-feira 13” é um dia de azar teria surgido em 13 de outubro de 1307, data na qual ocorreu a prisão dos templários na França. Nada a ver. A primeira menção à “sexta-feira 13” é recente, de 1898.

Para saber mais

• Os Templários: Uma Cavalaria Cristã na Idade Média
Alain Demurger, Difel, 2007.
• Templários: Os Cavaleiros de Deus
Edward Burman, Nova Era, 1997.

Por dentro da ordem do templo

QUEM ERA QUEM
Os homens que defenderam Jerusalém em nome de Cristo.
Pader
Os membros combatentes da ordem, apesar de sua formação de monge, eram quase sempre analfabetos e com pouco conhecimento de teologia ou das Escrituras. Por isso, as missas, confissões e outras cerimônias religiosas eram presididas por padres que viviam nos estabelecimentos templários.
Cavaleiro
Geralmente de origem nobre, era o membro da ordem por excelência: tanto um guerreiro experiente, treinado para combater a cavalo com armadura pesada, quanto um monge ordenado, com votos de pobreza, obediência e castidade. Os cavaleiros templários nunca foram mais do que 10% dos integrantes.
Soldado
Os templários também recrutavam soldados leigos, que não eram monges e, na Terra Santa, podiam até ser cristãos de origem síria. Nenhum deles era obrigado a seguir os votos de castidade dos cavaleiros – alguns, inclusive, eram casados. Havia também irmãos leigos que realizavam tarefas domésticas.
ENTRE O BEM E O MAL
história dos templários está associada a santos e demônios.
SANTO
São Bernardo foi o melhor amigo dos templários. Afinal, nos primórdios da ordem, eram muitos os que achavam que matar infiéis não era algo muito cristão. Ao publicar a defesa doutrinal do grupo, em 1135, Bernardo convenceu a todos da necessidade de fazer justiça pela espada. Sobrinho de um membro da ordem, foi cavaleiro antes de seguir carreira religiosa. Morreu em 1153 e virou santo 20 anos mais tarde.
DEMÔNIO
Um dos símbolos mais enigmáticos associados aos templários é o de Baphomet. “O nome vem de Maomé”, diz o historiador Malcolm Barber. Seria a encarnação do Diabo. Para outros estudiosos, contudo, representaria os santos dos primórdios da Igreja. Na Idade Média, prevaleceu a versão mais sinistra. Os templários empregariam a figura em seus ritos. Mas tudo não passa de uma lenda, jamais comprovada.
INFÂMIA SECULAR
A insígnia da Ordem do Templo – dois cavaleiros dividindo a mesma sela – acabou sendo usada para difamar ostemplários, acusados de homossexualidade e outras práticas mundanas nos anos finais da cavalaria. Na verdade, o emblema simbolizava humildade: a pobreza não permitiria uma montaria para cada cavaleiro.


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A ONU quer saber: que mudanças você quer ver no mundo?


A ONU quer saber: que mudanças você quer ver no mundo?

Já ouviu falar nos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio? São oito metas criadas pela ONU em 2000 para erradicar a pobreza extrema no mundo e que expiram em 2015. Apesar dos avanços na questão, o objetivo – não precisa nem dizer – está longe de ser alcançado. Por isso, no ano passado, durante a Rio+20, foram acordadas novas metas para daqui a dois anos, rumo ao desenvolvimento sustentável do planeta: os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.
A diferença, desta vez, é que a ONU quer a sua ajuda e de todos os outros cidadãos para definir as metas pós-2015. Para isso, a organização criou a iniciativa Meu Mundo*, que convida pessoas do mundo todo a responder à pergunta “Quais as mudanças mais importantes que precisam ser feitas no planeta?”.
O internauta tem o direito de escolher seis das 16 opções oferecidas pela ONU – e, ainda, pode sugerir mais uma prioridade de mudança que não foi citada pela organização. São elas:
– liberdade política;
– eliminação do preconceito e discriminação;
– melhoria nos transportes e estradas;
– acesso à energia em casa;
– combate às mudanças climáticas;
– governo honesto e atuante;
– acesso à água potável e saneamento;
– acesso a alimentos de qualidade;
– proteção a florestas, rios e oceanos;
– apoio às pessoas que não podem trabalhar;
– acesso a telefone e internet;
– igualdade entre homens e mulheres;
– melhoria dos serviços de saúde;
– proteção contra o crime e a violência;
– educação de qualidade e
– melhores oportunidades de trabalho.
Os resultados serão compartilhados com os líderes mundiais responsáveis pela definição dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, para que eles levem em conta a voz da população em suas decisões. Por enquanto, o Brasil é o país com maior número de participantes na ação Meu Mundo. Você vai ficar de fora? Participe!
    
                  
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os illuminati soldados de uma nova ordem



Soldados de uma Nova Ordem
No livro Anjos e Demônios, de Dan Brown, o professor Robert Langdon faz uma descoberta assustadora. Ao analisar o peito de um físico assassinado, ele vê a marca de uma antiga fraternidade secreta conhecida como Illuminati – a mais poderosa organização subterrânea que já existiu. Seus membros ressurgem das sombras para concluir a batalha contra seu pior inimigo: a Igreja Católica.
Parece mesmo livro de ficção. No entanto, muitos pesquisadores garantem que há algo de verdade nessa história. E vão além, dizendo que os Illuminati estão por aí até hoje e pretendem acabar com as identidades nacionais, destronar os monarcas e estabelecer o que chamam de Nova Ordem Mundial – uma espécie de governo global dominado por meia dúzia de mentes brilhantes. “Graças à fuga de vários membros dos illuminati, começamos a conhecer a existência de um plano infernal que pretende submeter 99% da humanidade aos caprichos malvados de 1%”, diz o escritor e numerólogo americano Robert Goodman, que acaba de lançar na Espanha El Libro Negro de los Illuminati (“O Livro Negro dosIlluminati”, inédito no Brasil).
Os mais perfeitos
Goodman joga no time dos “teóricos da conspiração”, que vêem rastros da antiga irmandade em todo canto – dos atentados do 11 de Setembro à morte de Diana, a princesa de Gales. Outros investigadores são menos alarmistas, mas não deixam de expressar medo. “De todas as sociedades secretas que pesquisei, os Illuminati são de longe a mais vil”, diz a americana Sylvia Browne, autora de As Sociedades Secretas Mais Perversas da História (Prumo, 2008). “Embora 75% do que se diz sobre eles seja especulação, preocupo-me com os outros 25%.”
Ao longo dos séculos, o termo illuminati (“iluminados”, em latim) foi usado para denominar diversas organizações, reais e fictícias. Hoje, ele se refere principalmente aos Illuminati da Baviera, umasociedade secreta criada na Alemanha pelo filósofo Adam Weinshaupt, no ano de 1776. Weinshaupt foi educado por padres jesuítas, mas tinha uma queda por rituais pagãos e pelo maniqueísmo – uma religião fundada pelo profeta persa Mani, no atual Irã, cujo dogma é dualístico: diz que a luz e a escuridão (Deus e o Diabo) estão em constante disputa para reclamar a alma das pessoas.
“Weinshaupt decidiu formar um corpo de conspiradores para libertar o mundo do que chamava de dominação jesuíta da Igreja em Roma, trazendo de volta a pura fé dos mártires cristãos”, diz Sylvia. “Foi assim que ele fundou a Sociedade dos Mais Perfeitos, nome que mudou para Illuminati (na sua tradução, os ‘intelectualmente inspirados’). Os 5 membros originais foram escolhidos entre os alunos da Universidade de Ingolstadt, onde ele ensinava direito canônico.”
Os pupilos tinham de jurar obediência à organização, que se dividia em 3 categorias. A mais baixa, Berçário, incluía os níveis Preparação, Noviço, Minerval e Illuminatus Menor. Depois vinha a Maçonaria, com os graus Illuminatus Major e Illuminatus Dirigens. Já a mais alta, Mistérios, englobava os graus Presbítero, Regente, Magus e Rex – o supremo.
Nas reuniões do grupo, Weinshaupt atendia pelo nome de Spartacus e transmitia aos alunos ensinamentos proibidos pelo clero. Embora alguns pesquisadores digam que ele conseguiu ingressar namaçonaria, ninguém parece ter provas de que os maçons apoiaram suas idéias radicais. Certo é que o grupo de 5 iniciados se expandiu pela Alemanha, despertou a desconfiança do governo e virou alvo de intensa repressão. Tanto que Weinshaupt precisou fugir do país em 1784. Para muitos, foi o fim dosIlluminati. Outros acreditam que o grupo continuou a operar na clandestinidade, defendendo ideologias como o anarquismo e o comunismo. Assim, estariam por trás da Revolução Francesa, da Revolução Russa e do nascimento dos EUA.
Governo global
Segundo a turma da conspiração, a influência dos Illuminati nos EUA foi tamanha que vários de seus símbolos estão estampados na nota de US$ 1 (leia mais no quadro acima). “Eles usam sinais para transmitir informação entre si. O presidente Roosevelt, maçom de grau 33, aproveitou o desenho na nota para incluir toda essa informação como pista para novos projetos dos Illuminati”, diz Goodman. “Um deles seria a 2ª Guerra Mundial, uma espécie de ensaio geral da Nova Ordem.”
Para alguns pesquisadores, grupos herdeiros dos Illuminati hoje manejam as finanças, a imprensa e a política internacionais. Entre essas organizações estariam sociedades secretas como a “Crânio e Ossos” (Skull and Bones), uma fraternidade dos estudantes da Universidade Yale, e o clube Bilderberg, que reúne políticos, empresários, banqueiros e barões da comunicação (leia mais nas reportagens das págs. 60 e 62). “Acredita-se que eles querem um único governo global”, diz a pesquisadora espanhola Cristina Martin, autora do livro El Club Bilderberg (sem tradução para o português). “Um mundo com uma só moeda, um só exército e uma só religião.”

Os códigos da verdinha

Supostos símbolos dos Illuminati escondidos na nota de US$ 1
Especialistas dizem que os Illuminati deixaram várias pistas de sua influência sobre a sociedade americana na nota de US$ 1. No verso, há uma pirâmide cujo cume representa a elite da humanidade, esclarecida pelo “olho que tudo vê” – um símbolo emprestado de outra sociedade secreta, a maçonaria. A base da pirâmide é cega e feita de tijolos idênticos, que representam a população. A inscrição em latim Novus Ordo Seclorum (“Nova Ordem dos Séculos”) alude ao grande projeto dos Illuminati. O número 13, utilizado nos rituais do grupo, aparece em vários lugares: nas estrelas sobre a águia, nas flechas que ela segura com uma das patas, nos frutos e folhas do ramo que ela segura com a outra, nas listras verticais do escudo à frente da águia e nos 13 andares da pirâmide. “Precisamos de lupa para ver outro detalhe na frente da nota: uma minúscula coruja, símbolo da fraternidade, que aparece no canto superior direito”, diz o jornalista espanhol Santiago Camacho, autor de La Conspiracion de los Illuminati (“A Conspiração dos Illuminati”, inédito no Brasil).
Onde estão as pistas
1. Olho que tudo vê
2. Pirâmide de tijolos iguais
3. Inscrição Novus Ordo Seclorum
4. 13 estrelas
5. 13 frutos e folhas
6. 13 listras verticais
7. 13 flechas
8. Coruja

Para saber mais

• El Libro Negro de los Illuminati
Robert Goodmam, Ediciones Hermetica, 2008 (em espanhol).


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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Veja como colocar um Tamagoshi (ou Tamagotchi) no seu smartphone!


Quem passou a infância ou adolescência no final dos anos 90 com certeza se lembra do Tamagoshi. Para os saudosos, recentes aplicativos para Android e iPhone, prometem recriar essa febre no ano de 2013. O quê? Não sabe o que é o Tamagoshi?
tamagoshi Veja como colocar um Tamagoshi (ou Tamagotchi) no seu smartphone!
Tamagoshi - lembra dele?

O que era o Tamagoshi?

O Tamagoshi, ou Tamagotchi, era um mini-game do tamanho de um chaveiro, com um programa de um bichinho de estimação virtual, que tinha que ser alimentado, receber carinho e ir para cama tal qual um animal de estimação. No final da década de 90 o jogo foi um verdadeiro sucesso, com vendas estratosféricas. Todo mundo que possuía acabava “escravizado” o dia todo cuidando dele. Uma verdadeira febre, que com o tempo acabou passando.
   

Tamagoshi para iPhone

O app Hatchi (US$0,99) é o Tamagotchi para iPhone. Diga adeus à sua produtividade e olá para o seu novo amigo. Ele pode ser encontrado facilmente na Apple Store.

Tamagoshi para Android


No Android o Hatchi é bem parecido com o Tamagoshi original. Tudo começa com um ovo no qual temos que dar pequenos golpes até que a criatura nascer. Daí pra frente, devemos mimá-la, educá-la, mantê-la sempre atendida em suas necessidades. O vício é garantido, consequência do excesso de atenção que ela pede.

Rinha de Celular



É uma triste realidade, depois de serem trocados por modelos mais novos, muitos celulares acabam perdidos e adentrando o submundo das lutas ilegais. Esse vídeo mostra uma dessas lutas cruéis, veja como os humanos regozijam enquanto os aparelhos travam uma luta mortal.

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